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06/2020

O que é Inflação? Entenda como ela afeta a sua vida

Sabe quando você vai fazer aquela comprinha no supermercado e percebe uma grande diferença nos preços que sempre costuma comprar? Pois é! Isso está diretamente ligada à inflação, só que você não sente isso de maneira dolorida, vamos dizer assim. A inflação se alimenta do seu poder de compra a cada mês, em todos os setores: roupas, comida, lazer, viagens, entre outros. 

Para você sentir que o drama é de verdade, saiba que a aposta da maioria dos analistas do mercado financeiro é de que a inflação vai acelerar ainda mais. Confira neste conteúdo o que é inflação e como ela afeta sua vida. 

O que é Inflação? Entenda como ela afeta a sua vida

A inflação é uma velha conhecida dos brasileiros, constantemente ela é utilizada como argumento pelo aumento no preço de produtos, de aluguel, de salários e também é o motivo pelo qual o seu poder de compra diminui em alguns momentos. 

De forma resumida, a inflação aponta o aumento generalizado ou contínuo dos preços de uma série de categorias de bens e serviços essenciais no cotidiano das pessoas.

Se tratando da economia, o conjunto dessas categorias é chamado de “cesta de produtos” e inclui: alimentação, habitação, vestuário, transporte, saúde, despesas pessoais, educação e comunicação.  

Ou seja: se a inflação em um determinado mês for de 0,5%, significa que o aumento médio dos preços dessas categorias no  período também foi de 0,5%.

Trata-se de um aumento nos preços não uniforme – dentro de cada categoria alguns itens podem sofrer aumentos maiores e outros, nenhum.

O indicador oficial de inflação no Brasil é o IPCA, Índice de Preços para o Consumidor Amplo, mas é importante você saber que sim, há outros. Ele é calculado mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém e Vitória, além de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.

Apesar de não ser calculado em todo território brasileiro, o IPCA é de abrangência nacional – ou seja, vale para todas as regiões e cidades.

O que causa a inflação?

A inflação pode ser de curto prazo – aumentar em um mês – e de longo prazo – aumentar de maneira contínua ao longo de um ano, por exemplo. As causas são diferentes em cada um desses casos.

Entretanto, vale lembrar que esses são movimentos cíclicos da economia, faz parte da dinâmica do Capital, nos quais uma ação afeta a outra. Nem sempre é possível isolar as causas de uma variação inflacionária. Algumas causas comuns associadas à inflação no curto prazo: 

Aumento na demanda

Caso o número de pessoas querendo um determinado item tenha um aumento muito rápido, fica difícil garantir o fornecimento para todos. Diante disso, o que dizemos é que a demanda ficou maior do que a oferta. Nesses casos, o preço tende a subir, o que gera a inflação. Isso pode ocorrer também se tiver maior disponibilidade de crédito: com maior poder de compra, as pessoas conseguem gastar mais. Isso significa que há um aumento da demanda geral.

Aumento nos custos de produção

A inflação também se transforma quando fica mais caro produzir um produto ou oferecer um serviço. Com custo maior, a produção de algum item pode ser menor – nesse caso, a oferta (ou determinada quantidade daquele produto disponível) despenca ou os preços aumentam (para cobrir todos os custos extras). Há inflação em ambos os casos.

Causas da inflação no longo prazo:

Emissão de papel-moeda

Algumas ações do governo também são importantes para fazer com que a inflação aumente. Quando os gastos são maiores do que os que são arrecadados, por exemplo, pode ser  que seja necessário “imprimir” mais dinheiro – ou seja, emitir mais moeda – para que as contas sejam pagas.

Essa emissão faz com que o volume de dinheiro seja maior que a oferta de produtos e serviços. Como consequência, os preços sobem.

Diminuir a taxa de juros

Se o governo diminui a Selic, a taxa básica de juros da economia definidas pelo Banco Central, investimentos na poupança, em renda fixa e em títulos públicos passam a render menos. E mais que isso, os empréstimos no geral ficam mais baratos. Essa é uma maneira de estimular o consumo e a produção. A longo prazo, isso gera um aumento de demanda e pode ocasionar o aumento da inflação.

Como a inflação afeta sua vida?

Na prática e dura realidade, a inflação faz com que seu dinheiro perca valor, já que ele não acompanha as altas nos preços.

Se a inflação estiver muito alta também influência na distorção dos preços, e isso faz com que as pessoas tenham dificuldade de acompanhar o que está barato ou caro.

Devido ao cenário de hiperinflação, por exemplo, os preços chegam a aumentar todos os dias. O que significa que a cada dia que passa, a moeda perde valor muito rápido.

Além disso, como já foi explicado acima, a Selic, taxa básica de juros da economia que pode ser utilizada para regular a inflação, afeta de maneira direta também outros aspectos econômicos, como rendimento de investimentos e custo de empréstimos.

Nesse contexto, o consórcio se torna uma opção cada vez mais interessante de investimento, é justamente por isso que é um setor que tem crescido consideravelmente, mesmo em tempos de crise. 

UP Consórcios, consórcio digital para suas conquistas 

O UP Consórcios é uma fintech da Embracon que ajuda as pessoas a atingirem seus objetivos com planejamento financeiro. Mais que moderno e digital, o UP é um consórcio transparente e o único consórcio sem nenhuma taxa até a contemplação. Outro diferencial do UP é a recompra garantida para a cota contemplada, com as parcelas pagas corrigidas pelo índice oficial da Poupança. 

Com o UP Consórcios você pode adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central. 

No UP Consórcios você encontra as menores parcelas do mercado. Simule, compare e compre. E o melhor: sem juros, sem taxas de adesão, fundo de reserva e taxas de administração até a contemplação.

Faça uma simulação de consórcio e confira! 


Até a próxima! 


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Sabe quando você vai fazer aquela comprinha no supermercado e percebe uma grande diferença nos preços que sempre costuma comprar? Pois é! Isso está diretamente ligada à inflação, só que você não sente isso de maneira dolorida, vamos dizer assim. A inflação se alimenta do seu poder de compra a cada mês, em todos os setores: roupas, comida, lazer, viagens, entre outros. 

Para você sentir que o drama é de verdade, saiba que a aposta da maioria dos analistas do mercado financeiro é de que a inflação vai acelerar ainda mais. Confira neste conteúdo o que é inflação e como ela afeta sua vida. 

O que é Inflação? Entenda como ela afeta a sua vida

A inflação é uma velha conhecida dos brasileiros, constantemente ela é utilizada como argumento pelo aumento no preço de produtos, de aluguel, de salários e também é o motivo pelo qual o seu poder de compra diminui em alguns momentos. 

De forma resumida, a inflação aponta o aumento generalizado ou contínuo dos preços de uma série de categorias de bens e serviços essenciais no cotidiano das pessoas.

Se tratando da economia, o conjunto dessas categorias é chamado de “cesta de produtos” e inclui: alimentação, habitação, vestuário, transporte, saúde, despesas pessoais, educação e comunicação.  

Ou seja: se a inflação em um determinado mês for de 0,5%, significa que o aumento médio dos preços dessas categorias no  período também foi de 0,5%.

Trata-se de um aumento nos preços não uniforme – dentro de cada categoria alguns itens podem sofrer aumentos maiores e outros, nenhum.

O indicador oficial de inflação no Brasil é o IPCA, Índice de Preços para o Consumidor Amplo, mas é importante você saber que sim, há outros. Ele é calculado mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém e Vitória, além de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.

Apesar de não ser calculado em todo território brasileiro, o IPCA é de abrangência nacional – ou seja, vale para todas as regiões e cidades.

O que causa a inflação?

A inflação pode ser de curto prazo – aumentar em um mês – e de longo prazo – aumentar de maneira contínua ao longo de um ano, por exemplo. As causas são diferentes em cada um desses casos.

Entretanto, vale lembrar que esses são movimentos cíclicos da economia, faz parte da dinâmica do Capital, nos quais uma ação afeta a outra. Nem sempre é possível isolar as causas de uma variação inflacionária. Algumas causas comuns associadas à inflação no curto prazo: 

Aumento na demanda

Caso o número de pessoas querendo um determinado item tenha um aumento muito rápido, fica difícil garantir o fornecimento para todos. Diante disso, o que dizemos é que a demanda ficou maior do que a oferta. Nesses casos, o preço tende a subir, o que gera a inflação. Isso pode ocorrer também se tiver maior disponibilidade de crédito: com maior poder de compra, as pessoas conseguem gastar mais. Isso significa que há um aumento da demanda geral.

Aumento nos custos de produção

A inflação também se transforma quando fica mais caro produzir um produto ou oferecer um serviço. Com custo maior, a produção de algum item pode ser menor – nesse caso, a oferta (ou determinada quantidade daquele produto disponível) despenca ou os preços aumentam (para cobrir todos os custos extras). Há inflação em ambos os casos.

Causas da inflação no longo prazo:

Emissão de papel-moeda

Algumas ações do governo também são importantes para fazer com que a inflação aumente. Quando os gastos são maiores do que os que são arrecadados, por exemplo, pode ser  que seja necessário “imprimir” mais dinheiro – ou seja, emitir mais moeda – para que as contas sejam pagas.

Essa emissão faz com que o volume de dinheiro seja maior que a oferta de produtos e serviços. Como consequência, os preços sobem.

Diminuir a taxa de juros

Se o governo diminui a Selic, a taxa básica de juros da economia definidas pelo Banco Central, investimentos na poupança, em renda fixa e em títulos públicos passam a render menos. E mais que isso, os empréstimos no geral ficam mais baratos. Essa é uma maneira de estimular o consumo e a produção. A longo prazo, isso gera um aumento de demanda e pode ocasionar o aumento da inflação.

Como a inflação afeta sua vida?

Na prática e dura realidade, a inflação faz com que seu dinheiro perca valor, já que ele não acompanha as altas nos preços.

Se a inflação estiver muito alta também influência na distorção dos preços, e isso faz com que as pessoas tenham dificuldade de acompanhar o que está barato ou caro.

Devido ao cenário de hiperinflação, por exemplo, os preços chegam a aumentar todos os dias. O que significa que a cada dia que passa, a moeda perde valor muito rápido.

Além disso, como já foi explicado acima, a Selic, taxa básica de juros da economia que pode ser utilizada para regular a inflação, afeta de maneira direta também outros aspectos econômicos, como rendimento de investimentos e custo de empréstimos.

Nesse contexto, o consórcio se torna uma opção cada vez mais interessante de investimento, é justamente por isso que é um setor que tem crescido consideravelmente, mesmo em tempos de crise. 

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Com o UP Consórcios você pode adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central. 

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