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05/2020

Consórcio ou Financiamento? Qual a melhor opção na hora de comprar uma casa

Confira nossa postagem e saiba a diferença entre Consórcio e Financiamento na hora de comprar sua casa própria!

Comprar o primeiro imóvel está na lista de objetivos de muitos brasileiros. Na prática, essa não é uma conquista fácil, visto que apartamentos, casas e terrenos tem um preço elevado. Dessa maneira, são necessários planejamento e muita pesquisa.

Para quem quer comprar a casa própria, mas percebe que não tem recursos suficientes para fazer o pagamento à vista, há duas opções: consórcio ou financiamento de imóveis. Essas duas opções geram muitas dúvidas quanto às suas características e benefícios.

Neste artigo, vamos abordar cada uma dessas questões e mostrar quais são as principais diferenças entre as modalidades. Queremos te ajudar a decidir qual é a melhor forma de adquirir um imóvel: Consórcio ou Financiamento

Como funciona o consórcio?

O consórcio nada mais é que uma modalidade de compra na qual um grupo de pessoas se reúne e paga parcelas mensais a uma administradora de consórcio, responsável por fazer a gestão do grupo e dos recursos. Nesse caso, a empresa é responsável por reunir indivíduos que desejam comprar um bem em comum, considerando uma faixa de valor específica, podendo ser imóvel, terreno, veículo ou a contratação de um serviço, como uma reforma ou uma cirurgia plástica, por exemplo.

A contribuição de todas as mensalidades deve ser o suficiente para comprar, no mínimo, um bem por mês. Existem consórcios com grande número de participantes, em que várias pessoas podem ser contempladas em um mesmo mês.

Mensalmente  acontecem os sorteios, realizados durante as Assembleias. Em cada evento, um participante é sorteado e  recebe sua carta de crédito de acordo com o valor contratado no início do consórcio. O consorciado então continua pagando as parcelas até o fim do prazo contratado.

Além de ser contemplado por sorteio, também é possível obter a carta de crédito antes do final do prazo ao ofertar lances, que são valores proporcionais a uma parte do bem. Dessa forma, é importante ressaltar que algumas administradoras tem várias modalidades de lance. Aqui também não podemos nos esquecer que os percentuais variam conforme as regras da administradora do consórcio.

Em resumo, ao ofertar um lance, o consorciado define o percentual que deseja oferecer. Para que ele seja escolhido, é fundamental que o seu lance seja um dos maiores do grupo.. Já no lance fixo, a administradora estabelece um percentual. Se for de 15%, por exemplo, a pessoa precisa pagar 15% do valor total de crédito para ser contemplada.

Claro que várias pessoas vão usar este recurso e haverá empate. Portanto, os consorciados que optam pelo lance fixo dependem do critério de desempate para serem contemplados: aproximação do número de cota sorteada.

Quais são as vantagens do Consórcio?

Não tem como não abordar esse ponto de destaque, sobretudo porque ele é responsável por descabelar muita gente. Estamos falando da burocracia. Para contratar um consórcio, a burocracia absolutamente menor bem menor que a de um financiamento bancário. Além disso, não é necessário oferecer um valor como entrada, isso porque você pode guardar o dinheiro para dar seus lances nas assembléias.

Geralmente, o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é utilizado como entrada nos financiamentos; este valor também pode ser usado na oferta de lance no consórcio, antecipando sua contemplação. Pode ser usado também como complemento, somado à carta de crédito do consórcio!

Outra questão IMPORTANTÍSSIMA é que sobre os consórcios não há incidência de taxas de juros. As administradoras cobram somente uma taxa de administração. É essencial comparar as diferentes taxas cobradas entre as empresas, mas observe que elas, certamente, serão menores que os juros bancários.

Importante destacar também, principalmente para aquelas pessoas que têm dúvidas sobre as garantias de colocar seu dinheiro nesse tipo de negócio, que as operações de consórcio são fiscalizadas pelo Banco Central e que as administradoras precisam de autorização para oferecerem seus serviços – ou seja, tudo é fiscalizado. A principal lei que regulamenta o setor é a nº 11.795/2008, conhecida também como Lei dos Consórcios.

Quais são as desvantagens do Consórcio?

Como você já pode observar, é possível contornar a demora até a contemplação através dos lances. Entretanto, mesmo assim, a demora em ter o bem é um fator que pode ser considerado negativo no consórcio. Afinal, a pessoa que não deu o maior lance terá que até a próxima assembléia para fazer uma nova oferta. O interessante é verificar bem o histórico dos grupos, caso tenha pressa na contemplação. Para que, desta forma, consiga se planejar melhor com valores competitivos de lance. Aqui, acredite, vale uma boa pesquisa entre as administradoras.

Se há urgência em ter o crédito, peça pelos resultados das assembléias anteriores. O que significa que ela pode ser contemplada logo no início do contrato ou somente no final. Isso vai depender do prazo contratado, que pode variar de 5 a ar a 15 anos.

Neste período, as parcelas serão reajustadas a cada ano, pelo INCC (Índice Nacional de Construção Civil) para garantir o poder de compra do consorciado.

Como funciona o financiamento?

Trata-se aqui de uma modalidade de compra parcelada, disponibilizada pelos bancos, e que ocorre por meio da liberação de recursos para a aquisição do imóvel, mediante uma  análise detalhada de crédito e cobrança de juros.

Quem contrata o financiamento recebe o bem e assume esse empréstimo, realizando pagamentos de parcelas mensais durante um período determinado, que pode ser de muitos anos. O valor que o banco disponibiliza varia conforme o perfil financeiro de cada cliente, assim como as taxas de juros.

As parcelas mensais podem ser decrescentes ou estáveis, item que varia de acordo com a negociação feita com a instituição bancária. 

Quais são as vantagens do financiamento?

Cumprindo toda a burocracia e preenchendo os requisitos importantes e necessários(que não são poucos), os valores são liberados.

Além disso, também é possível utilizar o FGTS para amortizar parcelas ou ainda dar um valor maior de entrada, o que se traduz em pagamentos mensais menores ou em um prazo mais curto para que as dívidas sejam quitadas.

Quais são as desvantagens do financiamento?

No primeiro momento, bem de início, vai ser preciso enfrentar a burocracia do processo e entregar documentos que comprovem sua renda, além de apresentar um histórico de crédito impecável.

Os interessados em um financiamento podem procurar os bancos em que já são clientes para agilizar os trâmites, mas nem isso garante a liberação do recurso. Por outro lado, na maioria dos casos, é preciso oferecer no mínimo 30% do valor do imóvel como entrada.

Ao superar as burocracias, vai ser preciso lidar com as altas taxas de juros cobradas. Elas podem fazer o valor final pago pelo imóvel crescer muito. Isso só piora nos momentos em que a economia está instável, afinal, os bancos se tornam mais reticentes em disponibilizar crédito, como forma de proteção contra a inadimplência.

Considere que o Brasil disputa colocação entre as dez piores taxas de juros do mundo, hoje estamos em sexto lugar. Portante, acredite, não é normal pagar 3 imóveis ao banco quando você comprou apenas 1. A verdade é que isso já faz parte da nossa cultura e simplesmente não ficamos chocados com isso mas, definitivamente não é justo!

Por último, pode ser que seja necessário apresentar pelo menos um avalista, que ‘’irá arcar’’ com o crédito caso você não o faça. Há também a possibilidade de devolução do imóvel, em caso de impossibilidade de quitação do saldo devedor.

Consórcio ou Financiamento? Qual a melhor opção?

É chegado o momento que você deve estar se perguntando qual opção escolher, Consórcio ou Financiamento, certo? 

Tudo depende do seu cenário atual: Não tem uma entrada? O Consórcio é a melhor solução, afinal enquanto faz suas economias e se planeja, já concorre aos sorteios podendo antecipar a conquista!

Tem uma entrada? É suficiente para contratar um financiamento? Neste caso pesquise, muito. Procure uma administradora com boas taxas de administração e boas condições de contemplação e aí sim compare com o financiamento. Se colocar na balança parcelas e prazos, sem dúvida vai optar pelo consórcio. Ai fica a insegurança da contemplação.

Para isso peça informações. Veja histórico de assembléias anteriores e saiba: com um pouquinho de planejamento sempre vale a pena esperar mais um pouco para cuidar do seu bolso!

Levando em conta somente os valores envolvidos em ambas as opções, fazer consórcio é mais vantajoso. Não há cobrança de juros, que, nos financiamentos, podem ser exorbitantes e muito maiores que as taxas exigidas em um consórcio. A burocracia também é menor e não há necessidade de arcar com valores para entrada.


Dica final: Faça um UP Consórcio!


O UP Consórcios é uma fintech da Embracon que ajuda as pessoas a atingirem seus objetivos com planejamento financeiro. Mais que moderno e digital, o UP é um consórcio transparente e o único consórcio sem nenhuma taxa até a contemplação. 

Outro diferencial do UP é a recompra garantida para a cota contemplada, com as parcelas pagas corrigidas pelo índice oficial da Poupança. 

Com o UP Consórcio você pode adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central. 

No UP Consórcios você encontra as menores parcelas do mercado. Simule, compare e compre. E o melhor: sem juros, sem taxas de adesão, fundo reserva e administrativa até a contemplação.

Entre em contato conosco, estamos ansiosos por sua parceria! 

Até a próxima!

Simule seu consórcio agora mesmo!

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Comprar o primeiro imóvel está na lista de objetivos de muitos brasileiros. Na prática, essa não é uma conquista fácil, visto que apartamentos, casas e terrenos tem um preço elevado. Dessa maneira, são necessários planejamento e muita pesquisa.

Para quem quer comprar a casa própria, mas percebe que não tem recursos suficientes para fazer o pagamento à vista, há duas opções: consórcio ou financiamento de imóveis. Essas duas opções geram muitas dúvidas quanto às suas características e benefícios.

Neste artigo, vamos abordar cada uma dessas questões e mostrar quais são as principais diferenças entre as modalidades. Queremos te ajudar a decidir qual é a melhor forma de adquirir um imóvel: Consórcio ou Financiamento

Como funciona o consórcio?

O consórcio nada mais é que uma modalidade de compra na qual um grupo de pessoas se reúne e paga parcelas mensais a uma administradora de consórcio, responsável por fazer a gestão do grupo e dos recursos. Nesse caso, a empresa é responsável por reunir indivíduos que desejam comprar um bem em comum, considerando uma faixa de valor específica, podendo ser imóvel, terreno, veículo ou a contratação de um serviço, como uma reforma ou uma cirurgia plástica, por exemplo.

A contribuição de todas as mensalidades deve ser o suficiente para comprar, no mínimo, um bem por mês. Existem consórcios com grande número de participantes, em que várias pessoas podem ser contempladas em um mesmo mês.

Mensalmente  acontecem os sorteios, realizados durante as Assembleias. Em cada evento, um participante é sorteado e  recebe sua carta de crédito de acordo com o valor contratado no início do consórcio. O consorciado então continua pagando as parcelas até o fim do prazo contratado.

Além de ser contemplado por sorteio, também é possível obter a carta de crédito antes do final do prazo ao ofertar lances, que são valores proporcionais a uma parte do bem. Dessa forma, é importante ressaltar que algumas administradoras tem várias modalidades de lance. Aqui também não podemos nos esquecer que os percentuais variam conforme as regras da administradora do consórcio.

Em resumo, ao ofertar um lance, o consorciado define o percentual que deseja oferecer. Para que ele seja escolhido, é fundamental que o seu lance seja um dos maiores do grupo.. Já no lance fixo, a administradora estabelece um percentual. Se for de 15%, por exemplo, a pessoa precisa pagar 15% do valor total de crédito para ser contemplada.

Claro que várias pessoas vão usar este recurso e haverá empate. Portanto, os consorciados que optam pelo lance fixo dependem do critério de desempate para serem contemplados: aproximação do número de cota sorteada.

Quais são as vantagens do Consórcio?

Não tem como não abordar esse ponto de destaque, sobretudo porque ele é responsável por descabelar muita gente. Estamos falando da burocracia. Para contratar um consórcio, a burocracia absolutamente menor bem menor que a de um financiamento bancário. Além disso, não é necessário oferecer um valor como entrada, isso porque você pode guardar o dinheiro para dar seus lances nas assembléias.

Geralmente, o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é utilizado como entrada nos financiamentos; este valor também pode ser usado na oferta de lance no consórcio, antecipando sua contemplação. Pode ser usado também como complemento, somado à carta de crédito do consórcio!

Outra questão IMPORTANTÍSSIMA é que sobre os consórcios não há incidência de taxas de juros. As administradoras cobram somente uma taxa de administração. É essencial comparar as diferentes taxas cobradas entre as empresas, mas observe que elas, certamente, serão menores que os juros bancários.

Importante destacar também, principalmente para aquelas pessoas que têm dúvidas sobre as garantias de colocar seu dinheiro nesse tipo de negócio, que as operações de consórcio são fiscalizadas pelo Banco Central e que as administradoras precisam de autorização para oferecerem seus serviços – ou seja, tudo é fiscalizado. A principal lei que regulamenta o setor é a nº 11.795/2008, conhecida também como Lei dos Consórcios.

Quais são as desvantagens do Consórcio?

Como você já pode observar, é possível contornar a demora até a contemplação através dos lances. Entretanto, mesmo assim, a demora em ter o bem é um fator que pode ser considerado negativo no consórcio. Afinal, a pessoa que não deu o maior lance terá que até a próxima assembléia para fazer uma nova oferta. O interessante é verificar bem o histórico dos grupos, caso tenha pressa na contemplação. Para que, desta forma, consiga se planejar melhor com valores competitivos de lance. Aqui, acredite, vale uma boa pesquisa entre as administradoras.

Se há urgência em ter o crédito, peça pelos resultados das assembléias anteriores. O que significa que ela pode ser contemplada logo no início do contrato ou somente no final. Isso vai depender do prazo contratado, que pode variar de 5 a ar a 15 anos.

Neste período, as parcelas serão reajustadas a cada ano, pelo INCC (Índice Nacional de Construção Civil) para garantir o poder de compra do consorciado.

Como funciona o financiamento?

Trata-se aqui de uma modalidade de compra parcelada, disponibilizada pelos bancos, e que ocorre por meio da liberação de recursos para a aquisição do imóvel, mediante uma  análise detalhada de crédito e cobrança de juros.

Quem contrata o financiamento recebe o bem e assume esse empréstimo, realizando pagamentos de parcelas mensais durante um período determinado, que pode ser de muitos anos. O valor que o banco disponibiliza varia conforme o perfil financeiro de cada cliente, assim como as taxas de juros.

As parcelas mensais podem ser decrescentes ou estáveis, item que varia de acordo com a negociação feita com a instituição bancária. 

Quais são as vantagens do financiamento?

Cumprindo toda a burocracia e preenchendo os requisitos importantes e necessários(que não são poucos), os valores são liberados.

Além disso, também é possível utilizar o FGTS para amortizar parcelas ou ainda dar um valor maior de entrada, o que se traduz em pagamentos mensais menores ou em um prazo mais curto para que as dívidas sejam quitadas.

Quais são as desvantagens do financiamento?

No primeiro momento, bem de início, vai ser preciso enfrentar a burocracia do processo e entregar documentos que comprovem sua renda, além de apresentar um histórico de crédito impecável.

Os interessados em um financiamento podem procurar os bancos em que já são clientes para agilizar os trâmites, mas nem isso garante a liberação do recurso. Por outro lado, na maioria dos casos, é preciso oferecer no mínimo 30% do valor do imóvel como entrada.

Ao superar as burocracias, vai ser preciso lidar com as altas taxas de juros cobradas. Elas podem fazer o valor final pago pelo imóvel crescer muito. Isso só piora nos momentos em que a economia está instável, afinal, os bancos se tornam mais reticentes em disponibilizar crédito, como forma de proteção contra a inadimplência.

Considere que o Brasil disputa colocação entre as dez piores taxas de juros do mundo, hoje estamos em sexto lugar. Portante, acredite, não é normal pagar 3 imóveis ao banco quando você comprou apenas 1. A verdade é que isso já faz parte da nossa cultura e simplesmente não ficamos chocados com isso mas, definitivamente não é justo!

Por último, pode ser que seja necessário apresentar pelo menos um avalista, que ‘’irá arcar’’ com o crédito caso você não o faça. Há também a possibilidade de devolução do imóvel, em caso de impossibilidade de quitação do saldo devedor.

Consórcio ou Financiamento? Qual a melhor opção?

É chegado o momento que você deve estar se perguntando qual opção escolher, Consórcio ou Financiamento, certo? 

Tudo depende do seu cenário atual: Não tem uma entrada? O Consórcio é a melhor solução, afinal enquanto faz suas economias e se planeja, já concorre aos sorteios podendo antecipar a conquista!

Tem uma entrada? É suficiente para contratar um financiamento? Neste caso pesquise, muito. Procure uma administradora com boas taxas de administração e boas condições de contemplação e aí sim compare com o financiamento. Se colocar na balança parcelas e prazos, sem dúvida vai optar pelo consórcio. Ai fica a insegurança da contemplação.

Para isso peça informações. Veja histórico de assembléias anteriores e saiba: com um pouquinho de planejamento sempre vale a pena esperar mais um pouco para cuidar do seu bolso!

Levando em conta somente os valores envolvidos em ambas as opções, fazer consórcio é mais vantajoso. Não há cobrança de juros, que, nos financiamentos, podem ser exorbitantes e muito maiores que as taxas exigidas em um consórcio. A burocracia também é menor e não há necessidade de arcar com valores para entrada.


Dica final: Faça um UP Consórcio!


O UP Consórcios é uma fintech da Embracon que ajuda as pessoas a atingirem seus objetivos com planejamento financeiro. Mais que moderno e digital, o UP é um consórcio transparente e o único consórcio sem nenhuma taxa até a contemplação. 

Outro diferencial do UP é a recompra garantida para a cota contemplada, com as parcelas pagas corrigidas pelo índice oficial da Poupança. 

Com o UP Consórcio você pode adquirir bens (carros e imóveis) e serviços (festas, viagens, cursos, reformas, estética, entre outros), com planos de 20 a 180 parcelas. A fintech é administrada pela Embracon, que é fiscalizada e regulamentada pelo Banco Central. 

No UP Consórcios você encontra as menores parcelas do mercado. Simule, compare e compre. E o melhor: sem juros, sem taxas de adesão, fundo reserva e administrativa até a contemplação.

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